Há umas semanas, e com algum horror, devo confessar, descobri que a minha barriga ainda tem uma fenda, um gap, no músculo, logo acima do umbigo, como se fosse um corte vertical - como se fosse não, é mesmo! - um corte vertical no músculo abdominal. Lembro-me agora que o GO andou aqui a apalpar a ver se já tinha fechado, mas eu nem sequer pensei mais nisso. Conclusão: não, ainda está aberto e vai demorar algum tempo.
Em França faz-se muito uma coisa chamada a 'reabilitação do períneo', depois do parto e eu ainda não sei se vou precisar ou não. Pelo que percebi não faz diferença se foi parto normal ou cesariana. Algumas mulheres precisam fazer, outras não. Na próxima consulta já pergunto. Não faço ideia como é feita essa reabilitação... (deve incluir os Kegel, mas não só...)
Quanto aos kilos a mais, ainda cá andam, só 3, mas já deixei de me preocupar. Não convém perder o peso muito depressa, e preciso de energia para dar de mamar.
Apesar de ter recomeçado a prática de yoga 1 mês depois do parto, ainda é uma prática condicionada. Nesta altura, encadeamento de posturas como a saudação ao sol (Surya Namaskar) não são recomendadas, pois secam os líquidos do corpo, e posso perder o leite...
Ainda não comecei os sólidos e com jeitinho só lá para os 5 meses. Vamos ver se consigo (se tenho leite e pachorra...)!!
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
pensamento do dia, no dia em que o David nasceu - 23 Junho
"There will have to be rigid and iron discipline before we achieve great and enduring, and that discipline will not come by mere academic argument and appeal to reason and logic. Discipline is learnt in the school of adversity".
Já não me lembro de quem é, mas depois registo aqui...
Já não me lembro de quem é, mas depois registo aqui...
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Completamente in love...
com o meu pequenito e com o pai dele!!
Ando com muito sono, mas muito contente. O David porta-se super bem, come e dorme, ás vezes com algumas cólicas, mas não chora (só quando demoro muito a dar-lhe de mamar, o que é raro). Tem dias em que adora o banho e outros em que detesta... ainda não se resolveu!
Custa-me horrores acordar a meio da noite para lhe dar de mamar... faço um esforço enorme para não adormecer enquanto ele come... E o danado às vezes demora quase 1 hora a voltar a adormecer... Tirando este pequeno pormenor, a rotina está cada vez mais fácil!
Já comecei o que o meu GO chama de plano de recuperação da barriga - um cremezito na cicatriz e para a semana começar alguns exercícios abdominais específicos. Consulta 6 semanas depois do parto para exame geral. Diz ele que durante mais 40 ou 50 dias ainda vou sentir a zona da cicatriz sem sensibilidade e um pouco inchada - é até aos pontos internos serem absorvidos...
Vou dar de mamar...
Ando com muito sono, mas muito contente. O David porta-se super bem, come e dorme, ás vezes com algumas cólicas, mas não chora (só quando demoro muito a dar-lhe de mamar, o que é raro). Tem dias em que adora o banho e outros em que detesta... ainda não se resolveu!
Custa-me horrores acordar a meio da noite para lhe dar de mamar... faço um esforço enorme para não adormecer enquanto ele come... E o danado às vezes demora quase 1 hora a voltar a adormecer... Tirando este pequeno pormenor, a rotina está cada vez mais fácil!
Já comecei o que o meu GO chama de plano de recuperação da barriga - um cremezito na cicatriz e para a semana começar alguns exercícios abdominais específicos. Consulta 6 semanas depois do parto para exame geral. Diz ele que durante mais 40 ou 50 dias ainda vou sentir a zona da cicatriz sem sensibilidade e um pouco inchada - é até aos pontos internos serem absorvidos...
Vou dar de mamar...
quarta-feira, 2 de julho de 2008
O meu parto...
Dia 23 de Junho, véspera de S. João…
Acordamos às 8:30, com a excitação de saber se era hoje ou não. Tínhamos de estar na Ordem às 10:30. O meu marido arrumou a casa toda e preparou tudo para irmos e eu às 10h ainda não tinha tomado banho. Começou-me a dar uma daquelas calmas tipo ‘temos tempo, temos tempo…’ e fiz tudo o possível para me atrasar! Não me perguntem porquê…
Cheguei lá um pouco depois das 10:30, mas ainda tive de esperar pelo GO. Já levava as malas no carro…
Às 11:30 tinha 2 dedos de dilatação, contracções ritmadas mas sem dor, mas o bebe não tinha descido nem um pouco. O ritmo cardíaco do bebe preocupou um pouco o medico, porque deveria estar à volta de 140 e nas contracções a 160, e estava constantemente a 160, subindo nas contracções para 180.
Ainda estava na dúvida se ficava internada ou não, mas o médico confirmou: o seu bebé nasce hoje!!
Fomos para o quarto – o pai andou para cima e para baixo para trazer as malas dos 3 e instalamo-nos.
Cerca das 13h a puseram-me o soro para acelerar a dilatação (oxitocina, não é?). Durante a tarde veio a parteira fazer o toque mas mantive os 2 dedos durante algum tempo.
Às 17:30 veio o meu médico, que fez o toque e já tinha 6 dedos de dilatação, mas nada de o bebe descer. O ritmo cardíaco do bebe estava na mesma, e agora o medico começou a ficar mesmo preocupado, mas muito seguro, de maneira que não me assustou nada. Tive umas ameaças de dor nas contracções mas nada muito forte.
Os toques é que me incomodaram muito. Naquela altura a ultima coisa que queria é que alguém andasse lá em baixo a ‘escarafunchar’.
Devo ter perguntado umas 4 vezes pelo anestesista, se ele não se teria ido embora. (tinham feito um parto antes do meu)…
O médico pediu um instrumento qualquer, que a mim me pareceu um pauzinho para comer comida chinesa, para me rebentar as águas. Quando vi o maldito palito gigante, escondi a cara atrás da bata, e o médico começou-se a rir: ‘JOANA, o que está a fazer? Isto não dói. Eu vou tocar no saco de LA, que não é seu, não faz parte do seu corpo e por isso não vai sentir nada.’. OK – vamos lá – O rebentar das águas é um cadito nojento – como um xixi que nunca mais acaba e fiquei a pensar: ‘Pronto, agora tem que me mudar a cama…’
Depois disso o médico foi sentir a cabeça do bebe e aí sim, agarrei-me ao meu marido, tinha a minha mãe tb em cima de mim a dizer ‘pronto, pronto’ e eu a esgueirar-me para trás, a fugir da mão do médico… foi literalmente de trepar pelas paredes. Horrível. Nessa altura comecei a pensar: ‘Cesariana, quero cesariana!!… please don’t touch me again…’
O médico fez lá umas manobras para tentar descer o bebe, e começou a notar que sempre que o empurrava para baixo ele ficava stressado e o ritmo cardíaco subia…
Diz ele para o anestesista (que finalmente deu as caras…) ‘isto tem ar de cordão no pescoço’, e o outro concorda.
Diz-me então que podemos esperar mais 1 horita a ver se o quadro muda e ele desce, ou que podemos fazer já Cesariana. A primeira opção poderia implicar Cesariana na mesma, mas de urgência.
Eu, que sempre disse que não queria cesariana, já não pensava noutra coisa – desde que não me tocassem mais, tudo bem. Por isso fomos logo para o bloco, e fui preparada com toda a calma. Levei a epidural (o que me doeu o pescoço estar quietinha naquela posição…). Os médicos foram todos um espectáculo e sempre me fizeram sentir muito segura. O anestesista lá me ia dizendo: ‘olhe que nem todos os bebes choram logo à saída – não quer dizer nada – alguns só choram passado um bocado – não ficar preocupada!!’ Senti o obstetra a fazer o corte, que me pareceu bastante grande, mas sem dor nenhuma. O médico andou a rebuscar lá por dentro, pediu ao anestesista que desse um empurrão na minha barriga (este estava atrás da minha cabeça…) e tirou a cabeça do bebé. Nessa altura levantaram o lençol e eu consegui ver a cabeça do meu baby. O resto do corpo ainda estava lá dentro. O médico mostra-me o cordão e desenrola-o do pescoço do meu piolhito, e depois mais uma volta – 2 circulares – diz o médico ‘Tá a ver Joana – tá aqui o seu filho – tinha 2 voltas de cordão… mas está óptimo’ Logo que saiu a cabeça, o meu marido que estava ao meu lado põe-se de pé e só consegue repetir:
‘Oh my God, oh my God!’ - ‘It’s a boy!’
Deve ter dito isto umas 300 vezes.
Vi as horas eram 19:12… Puseram-no de cabeça para baixo, e parecia um ratito, mas muito comprido. Eu estava meia grogue, mas lá vi os tomatitos (bem grandes). Tadinho do meu baby. Depois foi para aquelas manobras de limpa, aspira, mede, pesa, sempre com o pai ao lado. Teve um apgar de 9 ao 1º minuto e 10 ao 5º. Ainda lhe deixaram um bocado de cordão que foi o pai que cortou. Vieram-mo trazer e já abria os olhinhos. Só tocamos cabeça com cabeça e lá foi outra vez. Ainda estive a ser limpa por dentro e cozida. Quando ouvi os agrafos comecei a contar – acho que foram 30…
De volta ao quarto mas com o David. O meu marido sempre ao meu lado, e a minha mãe (que esteve à porta do bloco o tempo todo) todos contentes.
Nessa noite ainda tive algumas dores. Só me levantei no dia seguinte de manhã, com a ajuda da enfermeira. Tentamos um chuveiro, mas mal senti o calor do vapor de água, comecei a ficar zonza – cama imediatamente. Durante a manhã lá me consegui ir levantando, sempre com ajuda, mas não tinha dores nenhumas, porque me estavam a dar morfina. No dia seguinte já consegui banho sozinha, dei de mamar sentada no cadeirão.
No total passei lá 3 noites. Vim para casa quinta de manhã. Mandaram-me benuron e iboprufen para as dores, mas não foi preciso – não tive mais dores.
Acordamos às 8:30, com a excitação de saber se era hoje ou não. Tínhamos de estar na Ordem às 10:30. O meu marido arrumou a casa toda e preparou tudo para irmos e eu às 10h ainda não tinha tomado banho. Começou-me a dar uma daquelas calmas tipo ‘temos tempo, temos tempo…’ e fiz tudo o possível para me atrasar! Não me perguntem porquê…
Cheguei lá um pouco depois das 10:30, mas ainda tive de esperar pelo GO. Já levava as malas no carro…
Às 11:30 tinha 2 dedos de dilatação, contracções ritmadas mas sem dor, mas o bebe não tinha descido nem um pouco. O ritmo cardíaco do bebe preocupou um pouco o medico, porque deveria estar à volta de 140 e nas contracções a 160, e estava constantemente a 160, subindo nas contracções para 180.
Ainda estava na dúvida se ficava internada ou não, mas o médico confirmou: o seu bebé nasce hoje!!
Fomos para o quarto – o pai andou para cima e para baixo para trazer as malas dos 3 e instalamo-nos.
Cerca das 13h a puseram-me o soro para acelerar a dilatação (oxitocina, não é?). Durante a tarde veio a parteira fazer o toque mas mantive os 2 dedos durante algum tempo.
Às 17:30 veio o meu médico, que fez o toque e já tinha 6 dedos de dilatação, mas nada de o bebe descer. O ritmo cardíaco do bebe estava na mesma, e agora o medico começou a ficar mesmo preocupado, mas muito seguro, de maneira que não me assustou nada. Tive umas ameaças de dor nas contracções mas nada muito forte.
Os toques é que me incomodaram muito. Naquela altura a ultima coisa que queria é que alguém andasse lá em baixo a ‘escarafunchar’.
Devo ter perguntado umas 4 vezes pelo anestesista, se ele não se teria ido embora. (tinham feito um parto antes do meu)…
O médico pediu um instrumento qualquer, que a mim me pareceu um pauzinho para comer comida chinesa, para me rebentar as águas. Quando vi o maldito palito gigante, escondi a cara atrás da bata, e o médico começou-se a rir: ‘JOANA, o que está a fazer? Isto não dói. Eu vou tocar no saco de LA, que não é seu, não faz parte do seu corpo e por isso não vai sentir nada.’. OK – vamos lá – O rebentar das águas é um cadito nojento – como um xixi que nunca mais acaba e fiquei a pensar: ‘Pronto, agora tem que me mudar a cama…’
Depois disso o médico foi sentir a cabeça do bebe e aí sim, agarrei-me ao meu marido, tinha a minha mãe tb em cima de mim a dizer ‘pronto, pronto’ e eu a esgueirar-me para trás, a fugir da mão do médico… foi literalmente de trepar pelas paredes. Horrível. Nessa altura comecei a pensar: ‘Cesariana, quero cesariana!!… please don’t touch me again…’
O médico fez lá umas manobras para tentar descer o bebe, e começou a notar que sempre que o empurrava para baixo ele ficava stressado e o ritmo cardíaco subia…
Diz ele para o anestesista (que finalmente deu as caras…) ‘isto tem ar de cordão no pescoço’, e o outro concorda.
Diz-me então que podemos esperar mais 1 horita a ver se o quadro muda e ele desce, ou que podemos fazer já Cesariana. A primeira opção poderia implicar Cesariana na mesma, mas de urgência.
Eu, que sempre disse que não queria cesariana, já não pensava noutra coisa – desde que não me tocassem mais, tudo bem. Por isso fomos logo para o bloco, e fui preparada com toda a calma. Levei a epidural (o que me doeu o pescoço estar quietinha naquela posição…). Os médicos foram todos um espectáculo e sempre me fizeram sentir muito segura. O anestesista lá me ia dizendo: ‘olhe que nem todos os bebes choram logo à saída – não quer dizer nada – alguns só choram passado um bocado – não ficar preocupada!!’ Senti o obstetra a fazer o corte, que me pareceu bastante grande, mas sem dor nenhuma. O médico andou a rebuscar lá por dentro, pediu ao anestesista que desse um empurrão na minha barriga (este estava atrás da minha cabeça…) e tirou a cabeça do bebé. Nessa altura levantaram o lençol e eu consegui ver a cabeça do meu baby. O resto do corpo ainda estava lá dentro. O médico mostra-me o cordão e desenrola-o do pescoço do meu piolhito, e depois mais uma volta – 2 circulares – diz o médico ‘Tá a ver Joana – tá aqui o seu filho – tinha 2 voltas de cordão… mas está óptimo’ Logo que saiu a cabeça, o meu marido que estava ao meu lado põe-se de pé e só consegue repetir:
‘Oh my God, oh my God!’ - ‘It’s a boy!’
Deve ter dito isto umas 300 vezes.
Vi as horas eram 19:12… Puseram-no de cabeça para baixo, e parecia um ratito, mas muito comprido. Eu estava meia grogue, mas lá vi os tomatitos (bem grandes). Tadinho do meu baby. Depois foi para aquelas manobras de limpa, aspira, mede, pesa, sempre com o pai ao lado. Teve um apgar de 9 ao 1º minuto e 10 ao 5º. Ainda lhe deixaram um bocado de cordão que foi o pai que cortou. Vieram-mo trazer e já abria os olhinhos. Só tocamos cabeça com cabeça e lá foi outra vez. Ainda estive a ser limpa por dentro e cozida. Quando ouvi os agrafos comecei a contar – acho que foram 30…
De volta ao quarto mas com o David. O meu marido sempre ao meu lado, e a minha mãe (que esteve à porta do bloco o tempo todo) todos contentes.
Nessa noite ainda tive algumas dores. Só me levantei no dia seguinte de manhã, com a ajuda da enfermeira. Tentamos um chuveiro, mas mal senti o calor do vapor de água, comecei a ficar zonza – cama imediatamente. Durante a manhã lá me consegui ir levantando, sempre com ajuda, mas não tinha dores nenhumas, porque me estavam a dar morfina. No dia seguinte já consegui banho sozinha, dei de mamar sentada no cadeirão.
No total passei lá 3 noites. Vim para casa quinta de manhã. Mandaram-me benuron e iboprufen para as dores, mas não foi preciso – não tive mais dores.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
É amanhã !!??
Que sensação mais estranha... sempre achei que ia andar aqui cheia de contracções até de repente se romper a bolsa de águas e depois o D. ia entrar em pânico e íamos de carro com um lencinho branco na janela e 4 piscas ligados, a conduzir como um doido... E afinal está tudo calmo...
Não tenho contracções, só a mesma sensação de peso nas partes baixas... muito desagradável. Se fosse para andar assim até ao fim das 40 semanas, já andava deprimida...
Amanhã dou entrada na ordem. O GO disse para levar as malas, por isso estou a contar ficar e calculo que o bebé nasça entre amanhã e terça...
Andei todo o dia por casa, nas ultimas sessões de nesting, que no meu caso não é representativo de nada, porque me deu desde cedo. Ás 8 semanas já andava a dar a volta à casa...
Enfim, volto logo para dar notícias... torçam por mim!
sábado, 21 de junho de 2008
Será que o meu médico é adivinho??Até hoje, não senti nada de diferente a não ser os pés inchados...
Agora sinto uma pressão grande na bexiga e umas picadas mesmo lá em baixo...
O baby mexe-se com menos frequência, mas mais intensidade..
Hoje vou ver o meu marido tocar, porque além de não poder ir durante os próximos tempos, ele não quer que fique sozinha em casa... Vai ser bom, porque vejo-o sempre ao piano e hoje vai ser guitarra e voz... cool!
Ele vai tocar em Gaia e por causa dos festejos do S.Pedro, temos que estacionar na ribeira do Porto e caminhar até ao Cais de Gaia. Mais uma caminhada para ajudar o baby a descer. Se não fossem os pés inchados...
Depois ficamos lá presos sem carro, mas o D. diz que a policia nos leva ao hospital se for preciso...
Este ano, pela primeira vez vou ficar no Porto durante Agosto... Por isso o D. vai estar a dar aulas durante as férias e já tem muitas marcações. Fica aqui o link para quem quiser aprender piano, guitarra ou composição: Piano a sério
terça-feira, 17 de junho de 2008
hi hi hi
Cheguei agora do médico. Fizemos ecografia, ecocadiograma ao bebé e ouvimos o coração...Depois, o primeiro toque, em toda a gravidez...
Conclusão:
Já tenho dilatação e o bebé desceu um pouco mais. Está com 2980gr e fica um bocado stressado quando se mexe (deve ser a falta de espaço), nessas alturas o coração acelera um pouco...
Mas no geral tudo óptimo.
O médico diz que quer aproveitar tudo o que tenho a meu favor para ter um parto muito fácil.
A partir de agora as águas podem rebentar a qualquer altura, diz ele que aguento no máximo 1 semana. As contracções (ainda não tenho) também podem aparecer de um momento para o outro!
Tendo isto em consideração recomendou não sair do Porto, perguntou 2 vezes se tinha mesmo todos os números de contacto dele e da parteira e se nada acontecer até lá, tenho de estar na ordem na segunda-feira às 10:30 para novo exame. Ele diz que é só um exame igual ao de hoje, mas que provavelmente já lá fico, porque acha que as águas rebentam.
Saímos de lá com um sorriso de orelha a orelha... acabamos as malas... e agora é só esperar!
hi! hi! hi!
(Não queria nada que nascesse no dia de S. João, porque foi o dia em que o meu pai faleceu, mas alguém lá em cima sabe o que faz, e se for, é porque é o melhor... pode ser que seja antes, ou até que o exame mostre que está atrasado e seja mais tarde... vamos ver... desde que venha direitinho é o que queremos...)
Homeopata
Ontem fui à minha médica de clínica geral, que também é homeopata, à espera que me desse uns granulos miraculosos para ajudar o bebé a descer, ou para evitar as dores durante o parto, ou qualquer coisa que me mantivesse calma. Fui lá por descargo de consciência e porque não queria deixar passar alguma coisa que me pudesse ajudar durante esta grande aventura que se avizinha...Pois sim... eu é que sou crente...
Sintomas: nada que não seja normal para o último mês
Depois de me explicar que o parto é uma experiência maravilhosa, e que o corpo sabe o que faz e que as contracções só doem se não relaxarmos, (tudo aquilo que já sabemos e que nesta altura duvidamos...)
Eu - Porque é que o bebé não desce?
Ela - Porque ainda não é altura
Eu - Não há nada que ajude?
Ela (a começar a ficar verde) - Mas qual é a pressa?? A não ser andar a pé, ele é que decide quando deve descer...
Bem, ainda consegui uns granulos que relaxam e ajudam a manter a boa disposição (Ignatia) e outros para o dia do parto e semana seguinte (Arnica).
E eu sei que ela tem razão, mas o meu GO é que me confunde quando insiste que o baby nasce este mês... Hoje vou lá ver como está e depois conto!
domingo, 15 de junho de 2008
"O rapto ocorreu cerca das 14h35, mas só foi detectado cerca de uma hora depois, quando foi encontrado um berçário abandonado dentro de um elevador.
A raptora fez-se passar por enfermeira e abordou a mãe, pedindo-lhe a criança com o objectivo de a levar para fazer análises médicas e a pesar." in Sol
Por acaso acabou bem, mas fez-nos pensar que o nosso não vai sozinho a lado nenhum. É que na Lapa, uma das melhores clinicas do Porto, toda a gente entra à vontade, sem dizer que é, nem onde vai...
A raptora fez-se passar por enfermeira e abordou a mãe, pedindo-lhe a criança com o objectivo de a levar para fazer análises médicas e a pesar." in Sol
Por acaso acabou bem, mas fez-nos pensar que o nosso não vai sozinho a lado nenhum. É que na Lapa, uma das melhores clinicas do Porto, toda a gente entra à vontade, sem dizer que é, nem onde vai...
8 meses...
completos hoje!
Já desde o início do mês que nos sentimos na recta final, mas só agora é que completei os 8 meses e por isso, teóricamente falta 1 mês para o Bean nascer. O GO quer ver-me já na terça-feira (só 1 semana depois da última consulta), e continua a achar que o baby nasce este mês.
Novos sintomas:
- pés inchados, mãos nem por isso
- WC 4 a 5 visitas por noite
- não estou bem sentada, nem deitada, nem de pé...
- picadas no fundo da barriga - até agora 3 vezes do lado esquerdo e 2 vezes do direito - duram cerca de meio minuto, uma dor fininha...
- não tenho fome, obrigo-me a comer porque o médico me deu nas orelhas...
- azia durante o dia - esta é nova - e mesmo comendo muito menos e nada de pão...
- sensação de que me vem o período...
Não estou farta da barriga, mas estou um bocado farta de não conseguir fazer as coisas que quero. Não me consigo baixar direito, não consigo estar com os pés ao alto muito tempo, porque começam-me a doer os rins, enfim... mas tudo por uma boa causa! Estou mortinha por ter a feijoca cá fora para a poder apertar...
No outro dia tive a brilhante ideia de ver partos no youtube - já é a segunda vez - desta vez tirei o som, porque esse assusta mesmo, e encontrei alguns exemplares.
Este é como eu queria... não sei se posso pôr aqui, mas amanhã ou depois já tiro...
Já desde o início do mês que nos sentimos na recta final, mas só agora é que completei os 8 meses e por isso, teóricamente falta 1 mês para o Bean nascer. O GO quer ver-me já na terça-feira (só 1 semana depois da última consulta), e continua a achar que o baby nasce este mês.
Novos sintomas:
- pés inchados, mãos nem por isso
- WC 4 a 5 visitas por noite
- não estou bem sentada, nem deitada, nem de pé...
- picadas no fundo da barriga - até agora 3 vezes do lado esquerdo e 2 vezes do direito - duram cerca de meio minuto, uma dor fininha...
- não tenho fome, obrigo-me a comer porque o médico me deu nas orelhas...
- azia durante o dia - esta é nova - e mesmo comendo muito menos e nada de pão...
- sensação de que me vem o período...
Não estou farta da barriga, mas estou um bocado farta de não conseguir fazer as coisas que quero. Não me consigo baixar direito, não consigo estar com os pés ao alto muito tempo, porque começam-me a doer os rins, enfim... mas tudo por uma boa causa! Estou mortinha por ter a feijoca cá fora para a poder apertar...
No outro dia tive a brilhante ideia de ver partos no youtube - já é a segunda vez - desta vez tirei o som, porque esse assusta mesmo, e encontrei alguns exemplares.
Este é como eu queria... não sei se posso pôr aqui, mas amanhã ou depois já tiro...
quarta-feira, 11 de junho de 2008
motas, parto, gasolina e fraldas...
Ai que saudades da minha motinha! Tinha pensado em deixá-la só pelos 9 meses de barriguita, mas depois de um ataque de consciência, lá a vendi... Agora com este calorzinho dá-me umas saudades...Hoje fomos à segunda reunião com a parteira, para aprender a 'puxar'... devo dizer que mesmo sem dores, a coisa não parece nada agradável. Apetecia-me esquecer a epidural e dar à luz de cócoras (não sei como se escreve), como a minha avó diz que deve ser (e teve 5...)
Na ultima consulta o GO apertou-me o útero de maneira a que ele fizesse uma contracção a sério... e a dôr não foi nada boa... por isso ando aqui na indecisão: epidural, ou cócoras??
Já enchemos o depósito do carro, não vá o diabo tecê-las e o D. resignou-se a ir de autocarro para o colégio... Já me anda aqui a perguntar se a greve está para acabar - aposto que amanhã já leva o carro outra vez... De manhã, nas compras não havia nem fruta nem legumes; trouxemos só o que precisávamos, mas depois das notícias da hora do almoço, e pq o meu marido entra em pânico de pensar que só o governo é que pode resolver a coisa (e sabemos como são muuuito competentes...) lá fui eu para o P. Doce abastecer de tudo o que usamos e não se estraga...
Para as barrigudas que me visitam: as fraldas Dodot no P. Doce são mais baratas que no Froiz...
domingo, 1 de junho de 2008
O que acontece no trabalho de parto...
"Nos últimos 9 meses, o nosso corpo ajustou-se para acomodar a vida que cresce dentro de nós. o Sistema endócrino providenciou a quantidade certa de hormonas, o sangue e fluidos aumentaram para transportarem alimento ao bebé, e os ligamentos e músculos amoleceram - e em vários casos, saíram do caminho - para permitir que o útero se expanda à medida que o bebé cresce. Agora chega a altura de o útero se contrair. A parte baixa do útero tem de esticar e o cervix abrir o suficiente para o bebé passar. Um bebé médio pesa entre 3000gr e 3500gr, o que é muito bebé para fazer sair por essa abertura. O hipotálamo e a glândula pituitária, tão activos durante o período menstrual e durante a gravidez, também tem o seu papel no nascimento das nossas crianças. Porque as emoções afectam a forma como estas glândulas trabalham, sentimentos de tensão, medo, nervoso, ou stress, tem um impacto directo no nosso sistema endócrino e no sistema nervoso autónomo (assim como no do bebé) e inibem a libertação de hormonas responsáveis por contrair o útero e as endorfinas que nos ajudam a suportar a dor. Quando a mãe fica tensa ou assustada durante o parto, o sistema nervoso simpático perde o controlo e trabalha demais provocando uma resposta de lutar contra. Quando nos sentimos calmas e relaxadas, é o sistema nervoso parasimpático que comanda e permite que o cervix se dilate e as paredes vaginais estiquem." traduzi do livro 'The Woman's Book of Yoga and Health' - L.S. e P.W.
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